"Pequena alma, alma terna e inconstante; companheira de meu corpo de que fostes hóspede. Vis descer àqueles lugares pálidos duros e nus onde deverás renunciar aos jogos de outrora. Por um momento ainda contemplemos os lugares objetos e pessoas que certamente nunca mais veremos.
Esforcemo-nos por entrar na morte de olhos abertos."
[Trecho de Memórias de Adriano, de Marguerite Yourcenar]
Selecionado para o blog especialmente pelo querido
Paulo Schultz, de Niterói, RJ. Valeu, Paulão! Obrigado!
