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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Ler antes de dormir faz bem


Ler antes de dormir é um hábito comum que geralmente tem origem na infância, quando pais sentam-se à cabeceiras de seus filhos e narram histórias para ninâ-los. Mas, será que o costume traz efeitos benéficos?

Pesquisadores apontam que sim. Desde a infância, o hábito da leitura feita pelos pais auxilia no desenvolvimento das habilidade linguísticas das crianças, tendo ainda efeito na coordenação motora (o manuseio do livro e suas páginas) e na memória dos pequenos, estimulando-a. A leitura também implicam na conduta da criança em sua vida. Conforme as palavras de Barry Zuckerman, professor universitário responsável pela pesquisa, “as crianças, por fim, aprender a amar os livros porque estão compartilhando-os com alguém que amam”.

Um dos muitos benefícios da leitura é a qualidade do sono. Quando se lê antes de dormir, tornando a atividade um hábito, a leitura age como um alarme para o corpo e emite o sinal de que aproxima-se a hora do sono. Calcula-se que de 30 a 40% da população adulta sofra com insônia e outros distúrbios do sono e a leitura pode ser um bom aliado para quem sofre destes maus. Especialistas indicam ainda que a forma da leitura deve ser feita de forma calma, tranquilo, com ritmo mais lento.

Além de facilitar o sono, a leitura é apontada por alguns como uma forma de melhor absorção de conteúdos e informações. Ao adormecer, o subconsciente está mais acessível e quando você lê, a mente tende a facilitar colocar seu psicossoma naquilo que está concentrando antes de dormir. Daí a maior absorção.

Mas cuidados. A leitura antes de dormir pode ser um agravante se feita sem alguns cuidados. Estar em uma posição confortável durante a leitura evita que haja dores nas costas e que problemas lombares sejam agravados. É preciso não ter um apoio confortável e que não se force o pescoço. Especialistas indicam ainda não fazer a leitura já deitado na cama, sendo preferível a escolha de uma poltrona confortável. Os novos tabletes e notebooks não são aconselháveis para a leitura que antecede imediatamente o sono. Especialistas afirmam que telas e displays muito brilhantes despertam a atenção de cérebro e olhos, impedindo que o hormônio melatonina, um dos grandes responsáveis por regular o sono, seja ativado no organismo.

Fonte: Blog Dicas.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O que o hábito de ler pode fazer por você


Os livros podem mudar seu futuro. E bastam quinze minutos de leitura diários. Não é exagero!

Com poucos minutos você já aproveita os benefícios que a prática da leitura traz e nem é preciso ler textos complicados. Acompanhe um jornal, uma revista ou mesmo um blog.

A atriz Regina Casé, que é amiga dos livros, nos fala a respeito do hábito de ler: “Sempre leio algo relativo ao trabalho, a uma viagem, à entrevista que farei. Às vezes invento um programa só para estudar um assunto interessante”.

Veja então o que a leitura faz quando você a incorpora em sua vida:

  • Solta sua imaginação.
  • Estimula sua criatividade.
  • Aumenta seu vocabulário.
  • Facilita a escrita.
  • Simplifica a compreensão das coisas.
  • Melhora a comunicação com os outros.
  • Amplia seu conhecimento geral.
  • Mostra semelhanças em pessoas diferentes.
  • Revela novas afinidades.
  • Leva a mares nunca antes navegados.
  • Desenvolve seu repertório.
  • Emociona e causar impacto.
  • Liga seu senso crítico na tomada.
  • Muda sua vida e até amplia sua renda.
  • Melhora seu rendimento na escola (claro).

Portanto, leia.

Fonte: Revista Viva Mais, Abril/2009.
Ilustração: "Meninas lendo", de Pablo Picasso.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O que é Leitura Dinâmica?


A maioria das pessoas, quando perguntada, diz que não gosta de ler, porque isto lhe dá sono. Na verdade, não é a leitura que dá sono, e sim o modo como ela é realizada. Devido ao modo como aprendemos a ler, as pessoas ficam com hábitos prejudiciais de leitura , tais como:

1) Sub-vocalização(leitura como os lábios ou com a garganta).
2) Leitura Linear (palavra por palavra).
3) Leitura desatenta (com constantes re-leituras do mesmo trecho, e uma baixa retenção do conteúdo lido).


Também em razão deste tipo de leitura, as pessoas acostumam-se a ler pouco, o que acarreta na maioria dos casos num pequeno repertório de palavras. Assim, qualquer palavra que desconheçam (devido a pouca leitura) provoca-lhe um desconforto interno inconsciente, que elas (as pessoas) procuram justificar-se dizendo para si próprio e para os outros que não gosta muito de ler. Existem, então, dois motivos básicos pelos quais você lê errado:

01) O modo como aprendeu a ler.
02) Ler de modo inconstante.


Na verdade, um decorre do outro: você lê pouco, devido ao modo como aprendeu a ler. É claro que isto não significa que não saiba ler; isto significa apenas que, em sua aprendizagem, foi imposto um limite à sua velocidade de leitura, limite este que você jamais tentou superar.

Quando se ensina uma pessoa a ler, as palavras são divididas em sílabas, para facilitar a aprendizagem da leitura. Além disso, as palavras são lidas em voz alta, sílaba por sílaba. Infelizmente, depois de aprendida a leitura, as pessoas continuam a ler fazendo esta vocalização das palavras; mesmo que silenciosamente. Na verdade, este é o maior obstáculo à leitura rápida.

Para aprender a ler dinamicamente, de um modo veloz e produtivo, você deve mudar o seu método de leitura, o que se pode conseguir com um treinamento especial. Primeiro, você deve perder o hábito de subvocalizar as palavras. Depois, deve habituar-se a enxergar o conjunto de palavras, ao invés das palavras isoladas. À medida que progredir nos exercícios, você conseguirá enxergar blocos cada vez maiores de palavras de uma só vez. Com os exercícios, você conseguirá enxergar blocos cada vez maiores de palavras de uma só vez. Com os exercícios de atenção, aprenderá a aumentar a sua atenção durante a leitura, o que fará que retenha cada vez mais o conteúdo do que ler.

A velocidade que conseguir atingir, a par desta retenção de conteúdo, dará um prazer cada vez maior às suas leituras.

Leitura dinâmica passo a passo

Luiza Destri deu à Revista Superinteressante algumas dicas, que reproduzo aqui.

Elimine os ruídos: Desligue a TV, coloque o computador para descansar, prenda o cachorro e esqueça o celular. Sente-se confortavelmente sob um abajur e faça estes exercícios com um texto da SUPER que você já leu várias vezes, porque é importante treinar com uma informação que você domina.

Descubra a sua marca inicial: Cronometre um minuto no relógio e conte quantas palavras você consegue ler nesse tempo. Um leitor normal lê 150 palavras por minuto, com 60% de aproveitamento. Já um leitor dinâmico lê de 5 a 8 vezes melhor: 800 palavras, com compreensão de 80%.

Use os dedos: Tome cuidado para não pronunciar o que lê, mexendo a boca. Também tente evitar voltar sempre para a mesma linha do texto. Aí o jeito é acompanhar as linhas com o dedo. Agora é só acelerar e ler mais rápido. Você não vai entender nada no começo, mas seu cérebro vai ser forçado a absorver informações.

Visualize blocos: Com a aceleração, seu pensamento vai mudar e seus olhos aprenderão a focar em um único ponto da palavra. É aí que acontece a mágica: você não verá mais o texto como uma seqüência de letras, mas em unidades de pensamento. Para ler, você vai passar das sílabas para as palavras e das palavras para as idéias centrais do texto.

Troque de leitura: Vá aos poucos mudando o tipo de texto. Daquela reportagem que você já decorou, passe para notícias sobre celebridades, por exemplo, que são simples. Você conhecerá rapidamente as últimas bagunças de Paris Hilton talvez até antes de ela cometer outra. Depois procure algo mais denso. Quer ter uma noção exata? É possível ler Dom Casmurro, que tem mais de 65 mil palavras, em 80 minutos.

Fonte: Site Algo Sobre Vestibular.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Nossa Língua (IV)


Curiosidades sobre algumas expressões da Língua Portuguesa

Diariamente utilizamos expressões com significados diferentes daquilo que elas representam literalmente, mas raramente nos preocupamos em ir atrás da sua origem ou — até mesmo — da sua forma correta.


Abaixo, a professora Célia Ferreira de Sousa Nascimento cita 13 expressões que todo mundo erra, ou que todo mundo usa mas que nem todo mundo sabe direito o significado ou seu correto emprego: 


1.
Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão: o correto é batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão..
2.
Enfiou o pé na jaca: o correto é enfiou o pé no jacá. Antigamente, os tropeiros paravam nas vendinhas, a meio caminho, para tomar uma bebida. Quando bebiam demais, era comum colocarem o pé direito no estribo e, quando jogavam a perna esquerda para montar no burro, erravam, pisavam no jacá (o cesto em que as mercadorias eram carregadas) e levavam um grande tombo. Por isso, quando alguém bebia demais dizia-se que ele enfiaria o pé no jacá. A jaca, fruta, não tem nada com isso. 
3.
Cor de burro quando foge: o correto é corro de burro quando foge!
4.
Quem tem boca vai a Roma: pois é, eu também fiquei surpresa ao saber que o correto não tem nada a ver com a capacidade de pela comunicação ir a qualquer parte do mundo, e sim uma forma de exortação à crítica política; o correto é quem tem boca vaia Roma.
5.
É a cara do pai escarrado e cuspido: essa é forma escatológica de dizer que o filho é muito parecido com o pai; o correto é a cara do pai em Carrara esculpido (Carrara é uma cidade italiana de onde se extrai o mais nobre e caro tipo de mármore, que leva o mesmo nome da cidade). 
6.
Quem não tem cão, caça com gato: o correto é quem não tem cão, caça como gato. Ou seja, sozinho!
7.
Voto de Minerva: Orestes, filho de Clitemnestra, foi acusado pelo assassinato da mãe. No julgamento, houve empate entre os jurados. Coube à Minerva, personagem da mitologia grega, o voto decisivo, que foi em favor do réu. Voto de Minerva é, portanto, o voto decisivo.
8.
Casa da mãe Joana: na época do Brasil Império, mais especificamente durante a menoridade do Dom Pedro II, os homens que realmente mandavam no país costumavam se encontrar numa casa, cuja proprietária se chamava Joana. Como esses homens mandavam e desmandavam no país, a frase casa da mãe Joana ficou conhecida como sinônimo de lugar em que ninguém manda.
9.
Ficar a ver navios: Dom Sebastião, rei de Portugal, havia morrido na batalha de Alcácer-Quibir, mas seu corpo nunca foi encontrado. Por esse motivo, o povo português se recusava a acreditar na morte do monarca. Era comum as pessoas visitarem o Alto de Santa Catarina, em Lisboa, para esperar pelo rei. Como ele não voltou, o povo ficava a ver navios.
10.
Não entender patavinas: os portugueses encontravam uma enorme dificuldade de entender o que falavam os frades italianos patavinos, originários de Pádua, ou Padova; sendo assim, não entender patavina significava não entender nada.
11.
Dourar a pílula: antigamente as farmácias embrulhavam as pílulas em papel dourado, para melhorar o aspecto do remedinho amargo. A expressão dourar a pílula, significa melhorar a aparência de algo.
12.
Sem eira nem beira: os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes que conferiam status ao dono do imóvel. Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura. Não ter eira nem beira significa que a pessoa é pobre, está sem grana.
13.
O canto do cisne: dizia-se que o cisne emitia um belíssimo canto pouco antes de morrer. A expressão “canto do cisne” representa as últimas realizações de alguém.


A autora do texto é docente do Colégio Sedes Sapientia (SP) e graduada em Letras, com Habilitação em Língua Portuguesa e Língua Inglesa. Promove cursos a respeito de Gêneros Textuais, Lingüística Atual, Projetos de Comunicação, Oficina de Redação preparatória para vestibulares e Variações Lingüísticas. Participa assiduamente de Congressos de Educadores Cristãos promovidos pela ACSI e desenvolve ainda Projetos de Lingüística e de Redação, com o intuito de aperfeiçoar a leitura e escrita de  alunos porventura interessados.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Dicas preciosas para organizar e conservar sua biblioteca



Montando a sua biblioteca? Substituindo uma estante pequena por outra mais espaçosa? Não faz a menor idéia de como arrumar seus livros? Hoje, no Pérolas da Compulsão algumas dicas preciosas para organizar seu canto literário e conservá-lo intacto e livre de perigos e ameaças. Vamos a elas então?

01) Grandes quantidades de livros são pesadas. Dê atenção à espessura das prateleiras.

02) O livro deve ser constantemente manuseado. O virar das páginas oxigena o material, impede a acumulação de microrganismos que atacam o papel e colabora para que as folhas não fiquem ressecadas e quebradiças.

03) Folheie rápida e cuidadosamente o livro, sempre que for colocá-lo de volta na prateleira. Isso vai arejá-lo.

04) Não guarde os livros acondicionados em sacos plásticos, pois isto impede a respiração adequada do papel.

05) Evite encapar os livros com papel pardo ou similar. Essa aparente proteção contra a poeira causa, na realidade, mais dano do que benefício ao volume em médio e curto prazo. O papel tipo pardo, de natureza ácida, transmite seu teor ácido para os materiais que estiver envolvendo (migração ácida).

06) Livros com a capa danificada pedem encadernação nova - menos que se trate de uma raridade. Há quem encape vários livros com papel de uma mesma cor para dar à estante um aspecto mais organizado. Mas os verdadeiros amantes de livro ficam de cabelo em pé ao ouvir isso. Assumir que os livros têm cores e tamanhos diferentes é mais rico, sincero e benéfico para a sua decoração.

07) Não utilizar fitas adesivas tipo durex e fitas crepes, cola branca (PVA) para evitar a perda de um fragmento de um volume em degradação. Esses materiais possuem alta acidez, provocam manchas irreversíveis onde aplicados.

08) Faça uma vistoria anual. Retire todos os livros, limpe-os com um pano seco. Limpe a estante com um pano úmido. Evite passar produtos fortes do tipo lustra-móveis, já que seus resíduos podem infiltrar no papel.

09) A profundidade ideal para uma estante de revistas é de 25 cm. Uma medida maior deixaria um espaço vazio bom para acumular pó. Já os livros de arte pedem 35 cm. Deixe 40 cm de altura entre uma prateleira e outra - assim você acomoda desde pilhas de revistas até as edições maiores.

10) Deixe sempre um espaço entre estantes e parede. A parede pode transmitir umidade aos livros. E, com a umidade, surgem os fungos.

11) Armários e estantes devem ser arejados. Estantes fechadas devem ser periodicamente abertas.

12) Estantes de metal são preferíveis do ponto de vista da conservação dos livros.

13) Não use clipes como marcadores de páginas. O processo de oxidação do metal mancha e estraga o papel.

14) Em estantes de madeira, pense em revestir as prateleiras com vidro. Não use tintas a base de óleo.

15) Bibliotecas devem ser freqüentadas. Nem pense em porões. Baixa freqüência de pessoas aumenta a incidência de insetos. Considere um tratamento anual contra traças.

16) Não guarde livros inclinados. Aparadores podem mantê-los retos.

17) Encadernações de papel e tecido não devem ser guardadas em contato direto com as de couro.

18) Na prateleira, os livros devem ficar folgados. Sendo fáceis de serem retirados, duram mais. Comprimidos nas prateleiras induzem a sua retirada de maneira incorreta, o que danifica as lombadas e fatalmente leva ao dano da encadernação. Livros apertados também favorecem o aparecimento de cupins.

19) Quando tirar um livro da prateleira, não o puxe pela parte superior da lombada, pois isso danifica a encadernação. O certo é empurrar os volumes dos dois lados e puxar o volume desejado pelo meio da lombada.

20) A melhor posição para um livro é vertical. Livros maiores devem ter prateleiras que permitam isso. Em último caso deixe-os horizontalmente, tomando-se o cuidado de não sobrepor mais de três volumes.

21) Luz do sol direta nem pensar. O sol desbota e entorta as capas.

22) Se for um livro antigo ou de algum outro valor ou de maior sensibilidade, lave as mãos antes de folheá-lo, já que mãos engorduradas contribuem para a aceleração da decomposição do papel. Evite umedecer as pontas dos dedos com saliva para virar as páginas do livro.

23) Ao ler um livro, evite abri-lo totalmente, como por exemplo, em cima de uma mesa. Isto pode comprometer a estrutura de sua encardenação.

24) Livros podem estar agrupados por gênero (romances policiais, literatura latino-americana), por autor ou por ordem alfabética (de nome ou de título). Mas você precisa descobrir como se sente melhor para procurar e encontrar sem demora os seus livros.

25) Livros de arte, como fotografia, dão volume e sempre são um prazer ao alcance dos olhos. Dê movimento à sua estante escolhendo alguns deles para deixar com a capa à mostra.

26) Coloque alguns volumes deitados e outros de pé. Essa disposição dá movimento à estante. Evite a monotonia.

27) Empilhe as revistas por título, em ordem de lançamento - assim, a mais nova sempre estará em cima. Revistas de assinatura mensal não devem formar pilhas de mais de três anos (36 exemplares) ou a consulta fica muito complicada. 

28) Quanto às edições mais antigas das revistas, estas precisam ceder espaço às mais novas. Faça uma doação. Em escolas e hospitais elas são sempre bem-vindas. Edições avulsas podem ser agrupadas. Se possível faça o agrupamento respeitando o tamanho e o assunto de que elas tratam.

29) Porta-retratos, bolas de vidro e outras peças queridas trazem equilíbrio quando dispostas junto aos livros. Agrupe os itens semelhantes e observe a simetria: se há um nicho com porta-retratos de um lado, faça um nicho de volume parecido do outro - com livros ou uma caixa.


Dicas retiradas do site Casa.com.br e do Blog Livros e Afins, de Alessandro Martins.
Ilustração do post: Ziraldo.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Resenha: Técnicas para escrever ficção


Uma ótima dica para quem deseja ser escritor

Muitas vezes, o hábito da leitura desperta nas pessoas a vontade de dar vôos mais altos em suas vidas e com sua popularidade cada vez mais em alta entre os jovens hoje em dia, observo com gosto, na internet e demais meios de comunicação em massa, a manifestação do desejo de alguns deles em se tornarem escritores de sucesso.

Eu mesmo, como leitor, possuo esta secreta fantasia e já me arrisco a escrever meu primeiro livro, que flui lento, mas bem. E o “Técnicas para Escrever Ficção”, de Julio Rocha tem me ajudado muito nesta empreitada que além de talento para a coisa, exige muita disciplina e perseverança no ato de escrever.

Através de uma linguagem fácil e direta, o autor mostra que qualquer pessoa interessada pode se tornar um escritor de qualidade, bastando para isso ter as ferramentas adequadas à sua disposição. E por meio do livro, o leitor conhece os segredos de autores consagrados que vendem milhares de livros e que tem suas histórias traduzidas para inúmeros idiomas mundo afora.

Como iniciar um livro? Como dar vida aos personagens? Como prender o leitor até a última linha? Como descrever locais, pessoas e objetos? Como escrever diálogos? Como fazer o leitor rir ou chorar? Estas e muitas outras perguntas são respondidas na obra, em riqueza de detalhes e tomando trechos de livros conhecidos como exemplos perfeitos de como escrever bem.

Julio também ensina seus leitores a revisarem com eficácia os seus textos, a escreverem sinopses e principalmente algumas dicas preciosas de como podem publicar e divulgar seus livros, sem antes não deixar de assegurarem a propriedade intelectual sobre o que escreveram.

Portanto, se você possui o sonho de criar uma ou até mesmo um legado de obras literárias, não pode deixar de conferir este livro. Ele lhe será de grande utilidade na realização do que deseja.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Aprenda a conservar e restaurar os seus livros


Sabe aquele livro que você adora mas que já começa a dar sinais de cansaço? A lombada não está mais totalmente intacta. As páginas, de tão soltas, já fizeram a história mudar de rumo: o começo no fim, o início no meio – sabe-se lá! E não é que até um inseto mais ousado decidiu fazer da sua obra literária, a morada dele.
A boa notícia é que o desfecho desta história pode ter um final feliz. Com alguns truques e cuidados é possível fazer seu livro ganhar boa aparência novamente. Com o aprendizado e dedicação, os especialistas garantem: jamais o mesmo raio da “má conservação” irá cair duas vezes na mesma estante de livros. Experimente!

Contra invasores

Para não sofrer com as temíveis traças, cupins, brocas e outros invasores indesejáveis, anotem a primeira dica: “É bom abrir os livros uma vez a cada seis meses para ver se está com insetos. Como eles agem à noite, a pessoa não os encontrará durante o dia. Então, bata levemente no livro com as páginas abertas sobre uma folha de papel branco. Se cair uma espécie de poeira é porque os insetos andaram por ali”, ensina Tercio Gaudêncio, membro fundador da Associação Brasileira de Encadernação e Restauro. Vale ressaltar que também não é recomendável manter as obras perto de plantas já que elas atraem insetos – os maiores vilões dos livros depois, é claro, do homem.

Segundo Tercio, que no momento está restaurando uma bíblia do ano de 1555, quebrar a cadeia alimentar dos invasores é a chave para o sucesso! Nesse caso, a compra de um mata-mosquito elétrico pode ser a solução. Além disso, é preciso tomar algumas providências para que os fungos e insetos não migrem para outros exemplares. Coloque o livro infectado em um saco plástico, feche bem e ponha no freezer. Quinze dias depois, coloque o embrulho na parte mais quente da geladeira e deixe por uma semana. Ao retirar, ponha o livro em uma estante fresca e arejada. Dessa forma, mais de 90% dos insetos e fungos serão eliminados.

Páginas coladas

E se as páginas colarem? Se isso ocorreu por excesso de umidade e as páginas foram pressionadas umas contra as outras, esqueça. Nada vai funcionar. Se, ao contrário, elas não sofreram qualquer pressão deixe o livro secar naturalmente. “Aberto e em local arejado. Se possível, com um ventilador ligado. Se as folhas não forem pressionadas, o livro será recuperado”, garante Mario Luiz Gomes, restaurador e dono do Sebo Homo sapiens.

Cadernos soltos

Para evitar que as folhas do livro se soltem, quando tirá-lo da prateleira, evite puxá-lo pela parte superior. O certo é empurrar o exemplar e puxá-lo pelo meio da lombada. Se os cadernos já estiverem soltos, será preciso comprar uma cola metil celulose (livre de acidez) e tiras de papel mino para colar cada caderno e, posteriormente, fixá-los na lombada. Mas lembre-se: em alguns casos mais graves será preciso procurar um especialista em restauração.

Melhor prevenir que remediar

Se você não sofre com os males acima e seus livros estão conservados anote as dicas de prevenção: é importante guardá-los em local limpo, arejado e com pouca umidade. Isso significa que é fundamental lavar as mãos antes de manusear os livros, como recomendam as normas internacionais de biblioteconomia. Também se deve evitar lamber os dedos para passar as páginas já que a saliva é ácida e danifica a obra.
A luminosidade não pode ser excessiva e, tampouco, nula. Portanto, nada de caixas fechadas ou sol incidindo diretamente sobre o papel, o que causa reações químicas que atraem fungos e rompe as fibras da celulose. Se for importante encapar o livro, use apenas papel. Nada de durex, que deixa cola no livro e garante alimento para os fungos. Contact, então, nem pensar!

Texto retirado integralmente do Blog da Estante Virtual.

Se você conhece outra técnica para restaurar e/ou conservar livros não deixe de compartilhar conosco, comentando este post. Os demais leitores do blog e eu estamos aguardando suas dicas!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Novidade


Aproveitando a postagem da resenha do livro 1808, aviso aos leitores do blog que já está disponível nas livrarias do Brasil a seqüência deste livro, também assinada por Laurentino Gomes. Trata-se de '1822' (vide capa acima).

O livro anterior, '1808', termina com a partida da família real de volta a Portugal, pressionada pela Inglaterra, a grande potência da época, que estava interessada em relações comerciais mais vantajosas com o Brasil sem a interferência dos portugueses.

Esse estratagema da Inglaterra foi a mola mestra que impulsionou o processo de Independência do Brasil da metrópole. E neste livro, conheceremos um pouco mais a respeito do evento e também o curto reinado de D. Pedro I, com maior riqueza de detalhes.

Fica então a dica.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Nossa Língua (III)


Aprenda as regras da reforma ortográfica divertindo-se


Ainda não familiarizado(a) com as mudanças ortográficas ocorridas no idioma português? Ou seria "ao idiôma portugués"? Hehehe!

Está em vigor desde janeiro de 2009 o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Não completamente obrigatório ainda em terras brasileiras, tem como objetivo primordial aproximar e padronizar as grafias dos oito países que falam e escrevem o idioma. Até 2012, a expectativa é que o mesmo esteja em pleno uso tanto no Brasil quanto nos demais países envolvidos.

Como não poderia deixar de ser, para muitas pessoas a adaptação às novas regras está sendo um pouco difícil, devido ao costume delas com um grande número de palavras e regras gramaticais há muito tempo consolidadas. Agora, estudar para concursos e vestibulares se tornou mais difícil. 

Mas em meio ao desespero reinante, você, se quiser, pode aprender as novas regras brincando. 

No link http://www.livroclip.com.br/livroclips/183_anima.swf, mandado a mim há algum tempo atrás pela minha amiga gaúcha Irlanda Bom (Lana), você encontra um jogo super interessante que trata ludicamente das mudanças. 

A recompensa pelo bom desempenho no jogo é o download gratuito de um guia desenvolvido pela equipe do Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, para que você possa começar a se familiarizar de imediato com as mudanças e não cometer mais erros e gafes em suas redações e textos.

O novo acordo alterou a maneira como escrevemos diversas palavras, especialmente as que são acentuadas e as que levam hífen. Criou, como já relatei anteriormente, dificuldades que batem de frente com palavras que já estávamos habituados a escrever. 

Trata-se de um grande desafio a vencer e, se você não quiser ser chamado de antiquado daqui por diante, aproveite esta oportunidade. As gramáticas brasileiras ainda estão se adequando gradativamente ao acordo e as que já o fizeram, estão com os preços ainda um pouco salgados.

Jogue, ganhe e aprenda!

sábado, 14 de agosto de 2010

O gostoso hábito de ler


Já escrevi em um post anterior que, desde que me entendo por pessoa, sempre estive com um livro ou até mesmo uma revista em quadrinhos debaixo do braço. Conheço também muitas pessoas, que assim como eu, relatam que já nasceram sabendo ler ou que aprenderam a ler sozinhas.

Mas, hoje em dia os tempos são outros. Na contramão das pessoas que gostam de ler, estão os que não tem o menor interesse pela prática. 'Graças' ao progresso e à tecnologia, as crianças pegam cada vez menos em livros que não sejam didáticos ou de leitura extraclasse obrigatória na escola.

O que fazer então para reverter esse quadro alienante de leitura em nossas crianças e até mesmo nos adultos, que usam como maior justificativa a falta de tempo para ler?

Na semana passada recebi o e-mail de uma amiga pedindo ajuda nesse sentido. Como ela é muito ocupada no dia-a-dia, implorou-me para pesquisar dicas de como estimular o hábito da leitura para todas as pessoas. E como gosto destes tipos de desafio e de ajudar um amigo "em perigo", encontrei algumas em um site muito interessante e que agora compartilho com vocês. Vamos a elas?

1. Presentear bebês com livros de pano e livros de borracha.

2. Presentear crianças com livros, além de roupas e brinquedos.
3. Ler para os filhos na hora de dormir.
4. Escurecer a sala de aula e ler com velas acesas ou uma lanterna ligada.
5. Fazer “cabaninha” com cobertor e ler dentro dela com lanterna.
6. Comprar gibis para os sobrinhos (e para você).
7. Ler uma poesia para quem a gente ama.
8. Dar um guia para a viagem de um amigo ao exterior.
9. Levar o livro que estiver lendo para mostrar a seus alunos.
10. Emprestar mais livros.
11. Convidar escritores, ilustradores e editores para visitar a escola.
12. Freqüentar bibliotecas e livrarias.
13. Presentear seus professores com livros.
14. Estimular as pessoas a continuarem os seus estudos.
15. Ensinar um adulto a ler. Nem sempre alfabetizar significa formar leitores. A leitura está associada ao amor pelas palavras, pela linguagem, pela vida.
16. Assinar revistas e jornais.
17. Antes de começar a aula, escrever na lousa algum pensamento de um filósofo, alguns versos ou um haicai (poema de origem japonesa).
18. Contar para o outro a história de um livro que a gente gostou demais.
19. Fazer uma peça de teatro a partir de um livro.
20. Ler a biografia de alguém que admiramos.
21. Colocar um revisteiro no banheiro com livros e revistas.
22. Rir muito: livros de piadas servem para toda a família.
23. Ler o próprio coração e o silêncio.
24. Cantar com as letras das músicas nas mãos.
25. Colecionar selos e álbuns de figurinhas é ótimo para despertar a criatividade.
26. Fazer uma serenata e trazer o romance para vida real.
27. Ler a cidade, ler um amigo, ler um animal de estimação, ler a chuva caindo, ler o jardim e ler as estrelas.
28. Aproveitar para ler na fila do banco, no ônibus, no metrô e nos consultórios médicos.
29. Trocar livros e leituras.
30. Lembrar que quem cozinha adora livros de receitas.
31. Estudar uma outra língua é ler um outro país, uma outra cultura.
32. Abraçar um livro quando acabamos a leitura.


Então, quem tiver crianças em casa, mãos à obra. O Brasil precisa mais e mais de futuros cidadãos que sejam dotados de inteligência, capazes de formular pensamentos críticos que ajudem a melhorar nossa qualidade de vida. Para isso, precisam ler mais, entregar-se ao hábito.

Por fim, parafraseando uma grande frase popular, eu pessoalmente acredito que por trás de grandes homens e mulheres desta nação, sempre existirão grandes livros, que devido ao manuseio excessivo, jamais acumularam poeira nas prateleiras.
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